sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Capítulo 5 - O Casamento, Amo-te Para Sempre - fanfiction "Tudo é Possível"

Era o dia do casamento do Bruce e da Nádia, e como era de esperar, estavam os dois muito ansiosos.
O Bruce já estava no altar, o padrinho de casamento era o Oliver e a madrinha era a Patty.
Bruce: Onde é que ela está?
Oliver: Calma, ela já aparece!
A música de entrada da noiva começa a tocar, era o sinal de que o momento se aproximava!
Bruce: «Ela está linda!!!»
Nádia entrava na igreja com o pai de Oliver a acompanhar (os pais de Nádia tinham morrido num acidente). Tinha um vestido branco (comprido), e levava o cabelo com um ponpon moderno e elegante.
Nádia: «É o melhor dia da minha vida!!!»
Ela subiu para o altar e pôs-se em posição e a música parou.

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Padre: Podem trocar as alianças.
O Bruce tirou-a luva da mão de Nádia e colocou-lhe a aliança, e por sua vez, ela colocou-lhe a aliança.
Padre: Podem beijar-se!
Eles dão um beijo curto e toda a gente começa a sair. Tiram as sacas de arroz e de flores das malas e dos bolsos.
O Benji e a Joana saíram da igreja de mão dada, ela tirou da mala, uma saca de pétalas.
O Bruce e a Nádia começaram a descer do altar. Quando chegaram lá fora, levaram com uma enorme chuva de arroz e pétalas!

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Eles os dois seguiram para a casa nova. Quando chegaram, ele pega na Nádia ao colo e leva-a para o quarto.
Nádia: Hoje, é o melhor dia de sempre!
Bruce: É o nosso dia!
Nádia: E a nossa noite...!

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Oliver: Hoje não parava de me lembrar do nosso casamento e do nosso tempo juntos!
Patty: Eu estive a ver o meu vestido e o teu fato de casamento!
Oliver: Estavas lindíssima!
Patty: Não exageres, até me deixas corada...!
Patty: E o meu paciente não quer nenhum remédio?
Oliver: Quero um beijinho!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Capítulo 9 - Um Doce Pôr-do-sol - fanfiction "A New Life"

Eu estava sentada, encostada ao poste da baliza, olhava o campo lembrando-me do jogo fulgurante que se tinha passado ali… as nuvens no céu, que agora se pintava em tons de rosa, laranja e vermelho… o Pôr-do-Sol tornava o campo de futebol ainda mais bonito, tudo ficava mais belo e brilhante. Era uma paisagem lindíssima.
Mas não era só no jogo que eu tinha a cabeça… o meu pensamento voava sempre para ele… Não havia maneira de não tentar pensar nele, porque… eu tinha a certeza, eu amava-o… desde o primeiro dia em que cheguei a Nankatsu. Agora eu sabia perfeitamente que o que eu sentia por ele, e que nunca sentira por mais ninguém… era amor, era paixão era tudo para o meu coração…
De repente sinto uma pequena agitação no solo, alguém que se aproximava a largos passos de mim, eu fazia uma pequena ideia de quem seria, mas não tinha coragem de desviar o meu olhar do pôr-do-sol para ver quem era… Eu tinha a certeza de que iria ficar com o meu olhar preso no dele. Tive coragem o suficiente para erguer a cabeça e ver quem se aproximava. Era ele, eu sabia… não havia solução fiquei de novo com o olhar preso nos seus olhos penetrantes… Agora reparava que o Pôr-do-Sol fazia com que os olhos dele ficassem ainda mais belos e brilhantes…
Ele senta-se junto a mim e pergunta olhando o pôr-do-sol: Em que é que estavas a pensar?
Em ti… não consigo parar de pensar em ti, Toby Misaki.
- Em nada, só estava a pensar no jogo amigável…
Toby: foi um belo jogo… – disse focando o seu olhar em mim – tu jogaste muito bem. Adorei o teu Skywing Shoot, estavas linda… – disse com os seus olhos cor de chocolate a “derreterem-se” desmesuradamente.
Eu sentia um calor a subir-me para as minhas maçãs do rosto, estava de novo a corar.
- Pois… ah… eu acho que tu és um jogador formidável, tu e o Oliver fazem uma grande dupla – Fiz uma pausa e prossegui: obrigada por me teres salvo…
Estávamos o suficientemente perto para eu conseguir sentir a sua respiração calma e atordoante a embater na minha cara. Se eu olhasse para os olhos dele naquele momento acho que iria desmoronar ali mesmo, não me iria conseguir conter nem mais um pouco.
Infelizmente, eu olhei e de novo o meu olhar ficou preso no dele. Eu não aguentava mais, não podia continuar a adiar aquilo que eu tanto queria. Aproximei-me lentamente dele, os nossos olhos estavam presos um no outro, os meus lábios tocaram os dele, ansiosamente e docemente. Nunca tinha sentido algo tão forte como o que agora sentia pelo Toby. Os seus lábios carnudos e doces faziam com que eu não conseguisse parar, faziam com que eu continuasse ainda mais ansiosa do que antes. Enquanto as nossas bocas se mexiam sincronizadamente, eu descobria cada pedacinho da boca dele… eu podia sentir o seu ritmo cardíaco a acelerar a cada segundo que passava.
Eu desvio-me um pouco para o olhar nos olhos. Mas não conseguia, não naquele momento, depois de ter feito o que fiz não… mantive o meu rosto virado para baixo, sem conseguir olhar para ele.
Ele puxa o meu rosto para cima, olha-me nos olhos com o seu olhar quente e meigo que me deixava quase sem ar. Ele aproxima lentamente o seu rosto do meu e prenuncia baixinho: Amo-te… – ele inclina-se um pouco mais até os seus lábios tocarem de novo os meus. Os nossos corações a baterem ao mesmo ritmo acelerado, o seu cheiro doce, os seus braços fortes e musculados, as nossas bocas sincronizadas, o Sol que se punha por de trás das montanhas, um último raio de luz que ficava visível no céu, faziam com que tudo parecesse mágico naquele momento…
Ele afastou-se um pouco, eu não queria que ele se afastasse, não agora. Só me apetecia beijá-lo ainda mais, sentir o palpitar do seu coração, o seu corpo quente, os seus lábios doces…
- Toby… – disse eu com a respiração irregular – há muito tempo que esperava por ti… Eu amo-te Toby Misaki.
Toby: e eu a ti – disse com um espantoso brilho no olhar, com o chocolate dos seus olhos a derreter-se a cada segundo.
Os meus lábios voltaram a tocar os dele, de novo ansiosos e sequiosos dos seus lábios doces e delicados.
Seria possível, que eu não conseguisse parar? Rita controla-te – dizia eu a mim mesma, mas os meus lábios não me obedeciam.
Começava a escurecer, as estrelas começavam a aparecer no céu, ofuscantes.
Finalmente consegui desviar os meus lábios dos dele, mas a minha vontade persistia, por isso abracei-o, podia sentir a sua respiração apaziguante e o seu ritmo cardíaco acelerado, tal como o meu.
Ficámos os dois abraçados a olhar o céu, que se enchia de estrelas.
- Adoro-te – disse eu com uma enorme carga de ternura na voz.
Toby: Eu também te adoro – disse tocando de novo os meus lábios.

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Já estava a ficar bastante frio no campo coberto de estrelas, mas eu não sentia frio algum, ele era quente, eu não o conseguia largar… Queria continuar abraçada a ele, sentindo o calor agradável e doce que emanava do seu corpo, sentir o seu coração a palpitar, era um som que me acalmava, mas já se fazia tarde e a minha irmã já deveria estar preocupada…
Tinha-me distraído completamente com o tempo, a noite já era bastante escura e carregada de estrelas.
Passado um pouco, reparei que ainda estava a envergar o equipamento do Nankatsu, tinha tudo… até as chuteiras, também estava com o casaco do equipamento, era azul e branco e tinha o emblema do colégio estampado no lado esquerdo do peito.
Eu comecei a rir-me baixinho, ele olhou para mim confuso e perguntou: De que te estás a rir?
- De nada, só agora reparei que ainda tenho o equipamento vestido… – disse com o riso a impregnar-me a voz.
Toby: Pois é… Espera – disse olhando para si próprio – mas eu também – disse um pouco espantado.
Ele levantou-se, estendeu-me a sua mão e ajudou-me a levantar.
Ele passa suavemente os seus dedos pelo meu rosto, sorri, esboçando um dos seus sorrisos angelicais, puxa-me pela cintura para perto dele, encosta suavemente os seus lábios ao meu ouvido e diz sussurrando: Amo-te… – ele beija-me de novo, desta vez os seus lábios estavam mais ansiosos do que antes, ele encosta o seu corpo muito mais ao meu, eu podia sentir com toda a precisão todos os seus batimentos cardíacos e o seu corpo quente. Os lábios dele não me deixavam alternativa, só me apetecia beijá-lo ainda mais, ele afasta-se e diz: temos de nos despachar… não podemos demorar muito mais… – disse com um leve tom de tristeza na voz.
Eu parecia insaciável, só me apetecia tocar os seus lábios doces e macios, sentir o seu calor, o seu cheiro doce, mais perto, muito, muitíssimo mais perto. Eu não me preocupava com o tempo, era a coisa mais insignificante naquele momento, não me importava mais nada, só ele.
- Eu quero-te Toby Misaki – disse com a voz trémula, mas cheia de desejo.
Toby: Eu já sou teu… – disse com uma carga imensa de ternura e carinho na voz.
As palavras dele fizeram com que o meu coração batesse demasiado rápido, nós ainda estávamos bastante perto, tenho a certeza que ele sentiu o meu coração acelerar assim que ele proferiu tais palavras.
Ele sorriu quando sentiu o meu coração a acelerar e disse: vamos… temos de nos despachar – as minhas faces estavam a escaldar, a minha tensão subia a cada segundo.
Fomos os dois de mão dada até à rampa de acesso aos balneários.
Eu perguntei: Toby…
Toby: sim?
- Eu, eu… – bolas, não saia nada da minha boca! - Não tens frio? – Foi a única coisa que consegui perguntar.
Toby: Um pouco, mas eu aguento – mal ele acabava de prenunciar a frase eu já o abraçava fortemente.
Ele sussurrou-me ao ouvido: assim estou muito melhor… – eu não conseguia deixá-lo, estava completamente viciada nele… não o podia largar um segundo.
Tive de arranjar bastante coragem para dizer: vou tomar um duche e mudar de roupa.
Toby: Eu também, vemo-nos fora do campo – disse esboçando um sorriso encantador, que me deixava quase sem ar. Descemos os dois a rampa e cada um dirigiu-se para o seu balneário. Passado um tempo, depois de tomar duche e vestir o fato-de-treino, eu estava a sair do balneário e assim que abro a porta vejo de novo um anjo que sorria para mim, o seu cabelo estava molhado, ele estava mais belo do que nunca.
O meu coração tinha acabado de rebentar.
Toby: importas-te que te acompanhe até casa? – Perguntou um pouco inseguro.
- É claro que não me importo, vai saber-me muito bem ter-te comigo – disse com as faces a corar.
Ele colocou o seu braço à volta do meu tronco, nós fomos os dois a caminhar lentamente até minha casa.
Toby: bem, a princesa está entregue… – disse ele com um pouco de tristeza na voz.
- Obrigada, adoro-te.
Toby: isso é bom… porque, eu também te adoro – disse beijando-me de novo, fui apanhada totalmente de surpresa, o meu coração acelerou assim que os seus lábios tocaram os meus.
Ele afastou-se, novamente foi cedo de mais para os meus lábios impacientes.
Toby: eu tenho de ir – disse ainda com o seu rosto encostado ao meu.
- Mas… – afastei mais o meu rosto e vi que os seus olhos estavam tristes, então propus: Porque não jantas connosco?
Toby: eu?
- Sim… – disse eu sorrindo.
Toby: eu acho que vou aceitar – disse com as suas faces a ficarem rosadas.

Mensagem de Ano Novo

Cuidado com os foras de jogo,
Com os adversários, podem ser autênticos problemas.
Não hesitem logo que vejam a baliza rematem!
Em 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1... GOLOO! Feliz 2011!
Lembrem-se, a vida é um jogo de futebol.
Com muitos adversários por fintar,
Cada vitória conseguida é um golo marcado!
Por isso joguem e não parem de lutar
para conseguirem o que querem.
ATÉ AO APITO FINAL! Boas entradas em 2011!

A administradora do Blogue: Ana Rita Silva

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Capítulo 8 - Um Grande Dia - fanfiction "A New Life"

O Dia havia finalmente chegado, hoje era o dia do grande jogo… Nós estávamos no balneário a vestir o equipamento e acima de tudo a concentrar-nos na vitória. O ambiente era totalmente fantástico.
Já tínhamos tudo preparado, a nossa equipa estava pronta e bem organizada, eu ficava encarregue de marcar o Toby e também do ataque juntamente com a minha irmã, a Sanae ficava a controlar o meio campo com a Tippy, a Numi e a Tomoyo, a Sanae tinha a função de “game maker”. A nossa defesa estava bastante bem composta com a Yoshiko como defesa central, a Mashida na lateral esquerda e a Yukari na direita e a Grace ficava também na defesa.
Estávamos agora a entrar em campo, toda aquela emoção, aquele calor, um jogo prestes a começar, o palpitar do coração acelerado.
O pontapé de saída, o apito do árbitro, sentir a bola nas minhas chuteiras, o relvado agitava-se com a mínima aragem.
Era agora o momento, começou o jogo.
Eu e a Patty só tínhamos de nos preocupar em marcar golos, mais nada. Ela ia passar-me a bola, mas alguém intersecta o passe, era o Oliver que agora avançava para o meio campo da nossa equipa juntamente com o Toby. Era incrível, eles jogavam em plena sintonia, jogadas em conjunto muito boas e passes bastante precisos.
O tempo de reacção era quase nulo, mas eu não podia permitir que marcassem golo, recuei no terreno, desta vez era o Misaki que tinha a bola, eu consegui chegar a tempo, agora corria ao lado dele à espera de uma oportunidade para lhe tirar a bola, não o podia deixar passar para o Tsubasa.
- Agora! - Fiz um carrinho, consegui desviar a bola para as mãos da Kelly, ela agarra o esférico com firmeza e lança-o de novo ao ataque: vamos lá pessoal! Vamos marcar! – A bola foi parar aos pés da Sanae que começou logo a avançar para campo do adversário, mas na sua frente apareceu o Oliver que já tinha recuperado a sua posição, os dois estavam em confronto, ninguém conseguia ficar com a bola, eram jogadores bastante equivalentes.
Sanae: eu amo-te, mas neste jogo não, Oliver Tsubasa – disse sorrindo.
Oliver: eu também, não posso deixar que me venças! – Disse fazendo um carrinho, mas a Sanae evitou-o e continuou a atacar.
Eu ainda me encontrava no chão, mas alguém estende a mão para me ajudar a levantar. Quando olho para cima para ver quem era, o meu olhar ficou preso por uns segundos e eu disse: obrigada…
Toby: de nada… Boa intersecção, grande sentido de oportunidade.
Comecei de novo a sentir as minhas faces a escaldar.
Tinha de continuar a jogar, estavam todas no ataque, eu também avancei, recuada na minha posição. A Sanae tinha a bola, já se encontrava no início da grande área, ela remata à baliza, não era um “Drive Pass” para a Patrícia, a bola descreveu um arco e foi directa aos pés da Patrícia, ela estava a preparar-se para o remate, mas eu apercebi-me da aproximação do Bruce para lhe tirar a bola, eu continuava recuada no terreno e disse: Rápido! Passa para mim, assim vais perder a bola!
Ela passa de calcanhar para mim, foi um belo passe, vinha mesmo a jeito, não hesitei nem mais um segundo, rematei de imediato.
Oh não o Benji conseguiu defender, ele estava prestes a entrar para lá da linha de golo! Mas conseguiu parar o meu remate a tempo, não era à toa que diziam que ele era o melhor guarda-redes do país.
Ele passa rapidamente para o Oliver que começa de novo a avançar para a grande área, as suas fintas eram espectaculares, ele passou pela Yoshiko, a Mashida e todas as outras que estavam na defesa, ele era fantástico. Eu estava a fazer marcação ao Toby, não podia deixar que o Oliver lhe passasse a bola, o Oliver não era o único marcador da equipa…
Ele não conseguia passar o esférico para o seu amigo, eles trocaram olhares, parecia que planeavam alguma coisa… eu só não sabia o quê, o Oliver atrasa para o Mark que remata directo à baliza, a Kelly agarrou a bola mas entrou na baliza, o remate do Mark era muito potente. Estávamos a perder 1-0. Afinal eu foi apanhada de surpresa… o Oliver já tinha intenções de passar para o Mark, o Toby só serviu para atrair a minha atenção.
Estávamos mesmo no fim da primeira parte, faltavam precisamente dois minutos, o árbitro olhava atentamente para o relógio.
A Tomoyo tinha a bola, passa rapidamente para a minha irmã a Patrícia, ela avança com a bola nos seus pés, eu avançava a seu lado, disposta a fazer tudo para marcar, ela remata, mas a bola vai demasiado alta e bate na trave, ouve-se o apito do árbitro… a primeira parte tinha acabado e nós estávamos a perder.

Livro 2 – Patrícia
- Bolas… Estamos a perder…
Benji: Não tiveste coragem para rematar – Disse ele com um ar convencido.
- O quê? – Perguntei eu surpreendida e ao mesmo tempo chateada, surpresa por ele estar a dirigir-me a palavra e chateada por ter acabado de dizer que eu não tive coragem para rematar.
Benji: É verdade, tiveste medo de me enfrentar – Disse ele com o chapéu para baixo permitindo ver-se só o seu sorriso convencido.
- Cala-te! – Vociferei eu irritada com ele.
O Benji dá de costas e diz: se tu o dizes – disse ele encolhendo os ombros – vamos ver o que vales na segunda parte – disse dirigindo-se para ao pé dos seus companheiros de equipa.
Eu tinha tanta raiva dele! Ele era insuportável, só me apetecia estrangulá-lo naquele momento!
Por outro lado… o meu coração começou a bater mais rápido quando ouvi a sua voz calma e convencida a falar comigo.
Alguém vem ter comigo e diz: Tem calma Patty, não lhe ligues, ele só te estava a provocar! Vamos empatar na segunda parte e depois vencer! - Era a minha irmã, que me tentava acalmar, mas eu não desviava o olhar dele, mas também não queria… O que é que se passava comigo?!!
Patrícia: sim, tens razão.
Todas se aproximaram, formámos todas um círculo, um pouco agachadas. A minha irmã começou a proferir: pessoal eles de certeza que vão procurar marcar mais golos na segunda parte, o ataque vai ser bastante intenso, temos de ter uma boa defesa! Mas não nos podemos esquecer de marcar golos! Vamos ganhar isto! Temos de empatar e depois vencer o jogo! – Ela pára de falar e diz com as suas faces a pintarem-se de um vermelho fogo: desculpa Sanae, tu é que és a capitã.
Sanae: hum? Ah… pois, sim é isso mesmo!

Livro 1 – Rita
A segunda parte estava mesmo a começar. Mal soou o apito do árbitro começámos a atacar, não podíamos deixar que eles ficassem em vantagem durante muito tempo… Por isso avançávamos para a baliza e sempre que era possível rematávamos, mas tínhamos uma parede bem sólida à nossa frente, era a muralha do Nankatsu FC, Benji Price.
A minha irmã tinha a bola e corria para a grande área, entre a nossa equipa ocorriam agora vários passes, bastante precisos.
A Patrícia erguia bem a sua perna preparando-se para o remate, ela remata, mas a bola passa ao lado da baliza… não era costume ela falhar assim, será que estava tudo bem com ela?
Patrícia: Oh bolas, falhei o remate! – Disse enraivecida com a situação.
- Tem calma Patty, da próxima consegues, não podemos desistir! Vamos conseguir!
Patrícia: tens razão…
O árbitro tinha assinalado canto para nós… quem o ia executar era a Tomoyo. Ela centrou a bola, eu tentei cabeceá-la, mas dei de caras com um anjo que se encontrava em pleno voo e a minha concentração foi por água à baixo… Não podia desconcentrar-me tão facilmente, estava a prejudicar a equipa…
Sanae: Então meninas?! O que se passa! Não podemos deixar que eles nos vençam! Vamos lá ganhar isto malta!
Todas: certo!
Sim ela estava certa, não podíamos deixar que eles levassem a melhor.
Era a vez deles atacarem. O Oliver e o Toby desbarataram completamente a nossa defesa, não podia permitir que marcassem de novo, corri o mais que pude para ajudar a minha equipa na defesa.
O Oliver rematou fortemente à nossa baliza, a Kelly não iria conseguir defender o remate, por isso pus-me em frente da trajectória da bola, que me acertou mesmo no estômago e com tanta brutalidade que embati no poste da baliza com as minhas costas, o que me provocou uma dor enorme, gritei cheia de dores, contorcendo-me no chão: Capitã! A bola… vai buscar a bola – disse eu com a voz a falhar, não aguentava mais, os meus olhos fecharam-se e senti a relva a tocar o meu rosto.
Ouvi várias vozes a gritarem o meu nome: Rita! Rita! Estás bem! Rita!
Coragem Rita! Não te podes deixar levar só por uma coisa destas! Ainda não perdemos! Levanta-te! Coragem! – Incentivava-me a mim própria.
Sim, eu não podia desistir… não agora. Levantei-me com alguma dificuldade, o jogo prosseguia, mas o tempo estava quase a terminar e nós, ainda não tínhamos conseguido marcar nenhum golo, comecei a correr, as pernas pesavam-me, parecia que podia cair a qualquer momento, mas continuei a correr, acompanhei o ataque.
Sanae: Rita, estás bem?
- Sim, estou… – disse eu com a voz ainda um pouco trémula, sentia-me tonta…
Sanae: hum… então vamos a isto!
Bem eu tinha de fazer alguma coisa… não podia ficar parada, mesmo que estivesse cheia de dores.
A Numi tinha a bola, ela baralhou-se ao fazer o passe e foi alto de mais, era a minha oportunidade, ergui-me bem alto, era a altura perfeita para executar o meu “Skywing Shoot”.
Ficaram todos boquiabertos quando a bola entrou na baliza, a muralha do Nankatsu FC tinha acabado de ser derrubada…
Eu já não sentia o meu corpo… sentia apenas o vento a trespassar-me rapidamente, também ouvi um som de um apito a anunciar o golo do empate e o final da partida.
Eu estava a cair, ia ter um encontro nada agradável com o relvado, mas alguém me agarra e impede que eu me magoe: Rita! Rita estás bem! Por favor responde! – Perguntava aflita aquela voz doce.
Eu abro os meus olhos e vislumbro um anjo, um anjo que me segurava firmemente nos seus braços. Eu sentia de novo os seus batimentos e o seu doce perfume.
- Eu, eu estou bem, não te preocupes – disse com as faces a corar.
Ele suspirou de alívio e os seus braços fortes deixaram de me segurar, começava a notar-se nas suas faces um pouco de vermelho, ele estava a corar.
Toby: desculpa… eu, eu… – disse embaraçado.
- Não faz mal – disse sentindo as minhas faces ainda mais quentes.

Desafio Personagem do Mês

Vim lembrar-vos de que o prazo é até dia 31 de Dezembro até à meia noite.
Não se esqueçam de enviar para este e-mail: silvaana1996@gmail.com

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Capítulo 7 - Uma Noite Longa - fanfiction "A New Life"

Toda a gente já tinha os pijamas vestidos, quase todos na mesma gama de cores, o azul e o branco eram as cores que reinavam.
Eu e a Patrícia descíamos as escadas de acesso à sala onde, agora, em vez de almofadas estavam vários sacos-cama.
Estavam todos enterrados nos sacos-cama, alguns deles já no quinto sono, apenas o Benji e o Toby continuavam com os olhos abertos.
Na escuridão da sala eu só conseguia denotar dois olhos brilhantes a cintilar com os raios de luar que penetravam pela janela da sala que permanecia aberta.
Eu ainda estava a pensar na conversa que tinha tido com a minha irmã enquanto vinha-mos a descer as escadas:
Patrícia: Vais dormir encostada ao Toby?
- Patty! Estás a ser imatura! – Disse eu repreendendo-a, mas na verdade eu queria… a sério, eu queria tanto, sentir o seu calor, o sei cheiro doce, o seu coração, sentir o seu ritmo apaziguante, sentir a sua respiração calma e profunda… Eu queria, apenas o negava.
Patrícia: ok… Já nem digo nada…

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A Patrícia estava a abrir o seu saco-cama, quando olha para o Benji, eles ficam a olhar um para o outro durante um tempo indeterminado, até que a Patrícia diz: Benji… posso?
Benji: podes o quê?
Patrícia: Dormir contigo?
Benji: han? Dormir comigo? – Disse aflito.
Patrícia: Benji… dormir, tenho sono e tenho um pouco de frio.
Benji: ah ok – disse abrindo o seu saco-cama.
Ela entra no saco-cama, aproxima-se bastante do Benji abraçando-se a ele, ao princípio os olhos dele estavam bastante arregalados, mas foram ficando cada vez mais brilhantes, um novo brilho aparecia nos olhos dele. Ele passa levemente os seus dedos pelo cabelo da Patrícia e encosta o seu rosto ao dela já de olhos fechados e a dormir profundamente.
Eu ainda estava à procura do meu saco-cama, estava tudo às escuras, eu não queria acender a luz e perturbar alguém; por isso arrisquei e tentei atravessar a sala sem tropeçar nalguma coisa, mas o meu esforço foi em vão, tinha acabado de tropeçar num saco-cama, não sabia de quem era, mas sentia as minhas faces a ficarem bastante quentes.
Eu estava de joelhos no chão, quando ergo a minha cabeça deparo-me de novo com aqueles olhos cintilantes, ele estava sentado no seu saco-cama ainda com os olhos bem abertos. Os nossos rostos estavam próximos, se calhar até próximos de mais.
Parecia que os lábios dele apelavam-me constantemente que os beijasse, sentia o meu coração a voar…
Toby: estás bem? – Perguntou com um ar preocupado.
- Sim estou… eu só andava à procura de um saco-cama disponível.
Toby: ah… eu… não… sei… mas se quiseres podes deitar-te aqui… - disse um pouco embaraçado e abrindo o seu saco-cama.
Oh Não! Não faças isso! Era um convite irresistível, eu não podia… Mas eu queria tanto…
Estava frio, eu só tinha por cima da roupa interior uma fina camisa de noite de mangas cavas, e os meus joelhos começavam a ficar doridos de estar tanto tempo apoiada neles.
- Eu, eu, não sei, eu… está bem – disse gaguejando bastante, sentia as minhas faces em plenas chamas e o meu coração era uma bomba prestes a explodir.
Eu abracei-o fortemente e podia finalmente sentir o seu corpo quente, o seu cheiro a sua doçura, parecia um sonho… um sonho do qual eu não queria acordar…
Finalmente ele corresponde ao meu abraço e inclina-se lentamente até ficarmos completamente deitados.
Ele passa suavemente a sua mão quente pelo meu tronco, depois os ombros e parou no meu rosto, o seu toque era completamente sedutor, será que ele não via que eu estava prestes a entrar em erupção?
Encostei a minha cabeça ao peito dele, pois só o seu ritmo cardíaco me acalmava, adormeci… o seu aroma hipnotizante e o bater do seu coração não me deixaram outra alternativa.

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Era de manhã, a luz do sol penetrava por todas as janelas da sala, fazendo com que tudo se enchesse de luz e brilho.
Eu ainda me encontrava com a cabeça encostada ao seu peito, não queria que o dia começasse de novo… Eu não queria deixar de sentir o seu calor e o seu cheiro doce, tão perto.
A mão dele ainda permanecia no meu rosto. Eu não queria acordar, não agora. Só me apetecia ficar encostada ao seu peito, sentido os seus batimentos cardíacos e a deliciar-me com a sua beleza e doçura o dia inteiro.
Naquela altura eu não sabia muito bem se estava acordada ou a sonhar, mas sentia-me bem… Eu tinha de saber se era um sonho ou se estava mesmo a acontecer, quando abri os olhos e o vi a dormir ao meu lado, como se fosse um anjo, o meu coração disparou, disparou um tiro que era fatal… pelo menos, para mim era.
Eu fui-me aproximando cada vez mais dos seus lábios, estava tão próxima dele, quando ele abre os olhos lentamente, piscando-os várias vezes para focar a imagem. As minhas faces começaram a corar rapidamente, ele disse com um dos seus sorrisos mais encantadores: Bom dia.
- Bom dia, acho eu – disse eu com a voz trémula, aquela aproximação fazia com que a minha voz saísse desequilibrada e um pouco rouca.
Desaproximei-me e sentei-me no saco-cama, enquanto ele se espreguiçava, eu procurava alguém que já estivesse acordado, mas nem sinal de vida. O que havia eu de fazer agora? Falar com ele ou acordar a minha irmã.
Eu estava completamente embrenhada nos meus pensamentos, quando sinto alguém a sentar-se bem junto de mim, o calor que emanava do seu corpo era completamente irresistível, ele estava tão perto que eu conseguia sentir a sua respiração calma a embater-me no rosto e no cabelo.
Ele tinha os seus olhos doces presos em mim. Como é que ele me conseguia dominar assim? Como?! Rita… respira… tem calma, isso…
Não dava para me acalmar.
Repentinamente oiço o barulho de alguém a levantar-se, era o Artur que se sentava ainda de olhos fechados e a dormir profundamente, aquilo assustou-me um pouco, será que ele era sonâmbulo?
O Artur começa a proferir: A Probabilidade do Toby e da Rita estarem apaixonados um pelo o outro é de 99,9% – disse apontando com o dedo em simultâneo.
As minhas faces começaram a ficar coradas, mas aquilo deu-me uma vontade de rir enorme, e parecia que o Toby concordava comigo. Os dois estávamos a rir de novo juntos…
- Não sabia que ele era sonâmbulo… – disse ainda com o riso a impregnar-me a voz.
Toby: tem dias – disse rindo – mas tu também falas enquanto dormes… – disse com um tom de voz ternurento.
- Han? Eu? – Perguntei um pouco nervosa, só esperava que da minha boca não tivesse saído alguma palavra ou frase comprometedora.
Toby: sim, mas adoro ouvir a tua voz enquanto durmo – disse com um dos seus mais belos sorrisos. Eu sentia as minhas maçãs do rosto ainda mais quentes.
Ele estava cada vez mais próximo de mim, eu, eu não sabia o que fazer… porque é que ele tinha de fazer isto? Eu não ia aguentar por muito mais tempo…
- Toby, vem comigo à cozinha, preparar o pequeno-almoço, de certeza que quando todos eles acordarem vão estar cheios de fome e eu não quero servir de entrada… – disse eu arranjando uma desculpa.
Toby: ah… pois, boa ideia… – disse um pouco engasgado.

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Já tínhamos o pequeno-almoço pronto, voltámos para a sala e eu deparei-me com o Benji já acordado e a olhar para a minha irmã, com um olhar doce e meigo, um olhar que eu nunca o tinha visto usar.
A minha irmã acorda repentinamente e quando vê o Benji a olhá-la fixamente diz: O que foi? Nunca viste?
O Benji ficou surpreendido com a carga negativa que aquela frase tinha, e eu também.
Ele não respondeu e a Patrícia saiu rapidamente do saco-cama, deixando o Benji completamente imóvel.
Ela apercebeu-se da minha presença e veio ter comigo: Bom dia maninha – ela olha para o Toby: estou a ver que os meninos são madrugadores… Olá Toby.
Toby: oi, Bom dia.
- Patrícia, já viste a maneira como o tratas?
Patrícia: trato quem?
- O Benji, ele ficou um pouco abalado… – ela olha para ele e fica um pouco pensativa.
Patrícia: hum… pois…
- Bem… o pequeno-almoço está pronto, vai acordá-las, que eu e o Toby acordamo-los cá em baixo.
Patrícia: ok.
Ela sobe rapidamente as escadas.

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Depois de todos terem tomado o pequeno-almoço e ajudado a arrumar toda aquela bagunça, era a hora de todos se irem embora.
Eu tinha uma sensação de aperto no coração, não iria suportar ficar longe dele…
Estavam todos a sair pela porta com as malas “às costas”, o Toby veio ter comigo e perguntou com um sorriso resplandecente: vemo-nos no jogo amigável?
- Sim, no jogo amigável… – disse eu tentando esboçar um sorriso, mas foi mais uma das minhas tentativas desastrosas.
Ele aproxima-se um pouco de mim e dá-me um beijo na testa, eu podia sentir de novo o seu doce aroma. Ele afastou-se, dirigiu-se para a porta, sorriu de novo para mim e saiu. Depois da porta se fechar não havia mais nada… nada a não ser uma casa quase sem graça, agora eu chegava à conclusão de que ele era o meu sol…
Não estava com paciência nenhuma para os comentários estúpidos da minha irmã, por isso quando ela ia a abrir a boca eu interrompi-a e disse: Não Patty… hoje não – dirigi-me para o meu quarto subindo as escadas com uma dor de cabeça enorme.
Deitei-me na cama, mesmo por cima da colcha, estava teoricamente sem vida…
Só o iria voltar a ver daqui a alguns dias, no colégio, éramos todos da mesma turma.
Eu estava a ser tão egoísta… só o queria ter comigo.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Resultados da Sondagem

Como já havia sido previsto, Genzo Wakabayashi, que é guarda-redes, deu uma goleada a todos os outros jogadores.
Foi ele o vencedor da sondagem, com 83 votos.
Em segundo mas não menos importante - Oozora Tsubasa com 45 votos
O terceiro lugar foi para Tarô Misaki com 22 votos.

Os restantes:
- Jun Misugi - 20 votos
- Karl Heinz Schneider - 18 votos
- Kojirou Hyuga - 14 votos
- Hikaru Matsuyama - 11 votos
- Ryo Ishizaki - 10 votos
- Rivaul - 6 votos
- Carlos Santana e Artur - 4 votos

Foram apurados ao todo 140 votos.

FIFA - Féderation Internacionale de Football Association

Pessoal hoje estive a ver o site da FIFA, como costumo fazer de vez enquando, e descobri uns vídeos muito giros, de uma jogadora da equipa feminina do Japão, o seu nome, Kumi Yokoyama, é o número 17.

E aqui estam os links dos 2 vídeos que encontrei:

http://pt.fifa.com/u17womensworldcup/goalofthetournament/video/video=1307962/index.html

http://pt.fifa.com/u17womensworldcup/goalofthetournament/video/video=1307983/index.html

Vejam, e digam a vossa opinião sobre esta jogadora!

sábado, 25 de dezembro de 2010

Feliz Captain Tsubasa Natal!

O nosso blogue quer assim desejar um Feliz Natal a todos os nossos leitores, e fãns desta série, que é tão adorada por todos nós! O Oliver, o Benji e os outros mandam todos, grandes abraços e beijinhos para todos nós! XD!

Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!
Os melhores Cumprimentos...
A Adiministradora do Blogue e a Co-administradora:
Ana Silva e Patrícia Brito

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Capítulo 4 - Diploma do Destino - fanfiction "Tudo é Possível"

Patty estava prestes a realizar o seu segundo maior sonho (o primeiro era casar-se com o Oliver) : Queria ser médica, e os seus dias na universidade estavam quase acabados, pois era o dia de entrega dos diplomas. Patty tinha 24 anos e já tinha 3 filhos com o Oliver, e estava tão nervosa que até tinha vestido duas meias em cada pé e todas diferentes...
Patty : Será que estou bem preparada?
Oliver : Eu acho que estás linda, ou melhor, tenho a certeza!
Patty : Não digas tolices!
Oliver : Estou a falar a sério!
Patty : Vamos?
Oliver : Eu levo o Telmo e o Tobias!
Patty : Está bem!
_ _ _

Chamada : Briana Goth...
Patty : Nunca mais é a minha vez...!
Oliver : Calma, vais ver que não tarda nada é a tua vez!

(5 min. Depois)
Chamada : Óscar Mendes...
Patty : A seguir, de certeza que sou eu!
Chamada : Patricia tsubasa...
Patty: «Aih! Que maravilha!»
A Patty foi buscar o diploma e apressou-se a ir para a beira do Oliver.
Oliver : Eu disse que passavas!
Patty : Este é o meu diploma de destino! Estou tão contente!
Madie: A... mamã vai sê medeca?!
Oliver : Vai sim, eu tenho a certeza que vai ser das melhores!
Telmo : Se eu tivé-i um doí-doí a... mamã sara?
Tobias : E a mim também, mamã!
Patty : Claro, meus pequeninos!
_ _ _
(Em casa)
Oliver : Hoje é um dia especial!
Patty : Eu ainda não acredito que consegui!
Tobias : Mamã, posso ir com os manos para o quarto dos brinquedos?
Patty : Podes, mas portai-vos bem, tu és o mais velho, por isso tens de dar o exemplo!
Os meninos saíram do quarto e foram a correr para o quarto dos brinquedos.
Oliver : Vais ser a minha médica!
Patty : Cuidado que eu não brinco no trabalho!
Oliver : Ah! Ah! Ah!
_ _ _
Madie : uúh! Comboinho, uúh!
Telmo : A minha ponte vai cair abaixo!
Madie : Tu vai leijar!
Telmo : Aih! Maldita ponte, leijou-me na testa!
Tobias : Anda á mamã!
_ _ _
Telmo : Mamã! Leijei-me na testa!
Patty : Não é nada de grave, apenas é preciso chegar um bocadinho de pomada e gelo no galo que fizeste.
Telmo : Galo?!?
Patty : É uma maneira de falar...
A Patty foi ao frígorifico pegar num bocadinho de gelo, embrulhou-o num pano e antes de chegar na testa do tobias, aplicou-lhe pumada e depois gelo.
Oliver : Já atendes-te o primeiro paciente!
Patty : E o que é que o segundo quer?
Oliver : Miminhos!
Dito isto ela beijou Oliver com um tom muito doce!

Capítulo 6 - Uma Decisão Inesperada - fanfiction "A New Life"

Agora era a vez do Toby escolher… quem é que ele escolheria? Interrogava-me eu, olhando para ele sem desviar o olhar.
Toby: eu escolho… a Patrícia.
Patrícia: eu?
Toby: sim… Verdade ou Consequência?
Patrícia: verdade.
Toby: Gostas do Benji?
Patrícia: é claro que não – Disse desprezando o Benji por completo, ele ficou um pouco abalado, via-se no seu olhar.
Toby: castigo…
Patrícia: vá diz lá as três coisas, para eu escolher o que eu vou ter de fazer…
Toby: 1º vais ter que dar um beijo ao Benji, 2º vais ter de dar um hiper-mega beijo ao Benji e 3º Dás um abraço ao Oliver.
Patrícia: eu escolho… o segundo.
Toda a gente fica de boca aberta, eu nunca tinha visto a minha irmã tão atiradiça… eu acho que era uma estratégia para não pensar na morte do pai e da mãe.
O Benji ficou confuso, ela tinha respondido que não à pergunta do Toby e agora queria beijá-lo?
A minha irmã já estava com os lábios colados aos do Benji. Foi tão repentino, o Benji nem sequer o esperava ela já o pegava pelos colarinhos e o aproximava de si, durou alguns segundos mas chegou para atordoar o Benji.
A Patrícia senta-se de novo na almofada e diz: feito! Agora é a minha vez… – ela demorou um pouco a escolher quem seria a sua próxima vítima, eu já sabia quem era, não era preciso ser-se muito inteligente para saber que ela ia escolher-me a mim… Ela abre a sua boca e prenuncia o meu nome: Rita, eu escolho a Rita – faz uma pequena pausa e prossegue: verdade ou Consequência?
Se eu disse-se verdade, ela tramava-me e se disse-se consequência também, por isso decidi arriscar, sentindo o meu coração a bater ainda mais forte: Verdade.
Patrícia: é verdade que amas o Toby?
Toda a gente tinha o olhar posto em mim, eu odiava ser o centro das atenções… e além disso eu não sabia o que eu sentia… poderia ser apenas paixão fria e egoísta, mas por outro lado poderia ser amor puro e verdadeiro. Na verdade não tinha resposta para a questão da Patrícia… baixei o rosto, de novo os meus cabelos tapavam-me grande parte dele e proferi baixinho: eu… ainda não sei.
Patrícia: safaste-te maninha… agora é a tua vez de escolher uma pessoa.
Eu odiava aquele jogo! Humilhava as pessoas perante as outras… era um jogo cruel e fútil que eu nunca apreciei, não queria escolher ninguém, não queria torturar uma pessoa, queria apenas fugir… fugir dali enquanto podia, enquanto aquele sentimento forte não evoluía… enquanto o meu barco não tivesse ancorado.
Fiz um trejeito e disse o primeiro nome que me veio à cabeça: Sanae…
Sanae: eu?
- Sim… verdade ou consequência?
Sanae: verdade…
- É verdade que como agora és capitã da equipa feminina do Nankatsu, tem sido uma tarefa difícil ignorar o Oliver?
Sanae: Não… – disse com a voz a falhar e um pouco trémula.
Acho que aqui poderia estar a minha oportunidade para fazer algo de bom, via-se nos olhos dela que estava a matá-la o facto de ter de ignorar o Oliver… Eu decidi dar três castigos agradáveis: 1º Dás um hiper-mega beijo ao Oliver, 2º Um beijo ao Oliver ou 3º um abraço apertado.
Sanae: acho que escolho o primeiro…
Os dois olham-se serenamente e com a mesma intensidade, os lábios deles encontram-se, sequiosos um do outro…

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Já não aguentava mais aquilo, tive de me levantar e ir lá para fora, enquanto os outros ficaram a jogar aquele jogo idiota de exploração pessoal…
Levei um casaco comigo… estava frio. O céu da noite enchia-se de estrelas brilhantes e ofuscantes. Sentia-me aliviada, o ar frio e a brisa calma que se faziam sentir acalmavam-me por completo.
Fiquei a observar por um tempo indeterminado a infinidade de estrelas e o céu azul carregado…
De repente oiço a porta a bater, alguém que vinha ter comigo… sentou-se ao meu lado, o calor que emanava do seu corpo era ainda mais apaziguador do que qualquer outra estrela. Quando olho para o meu lado esquerdo reconheço de imediato quem se tinha sentado a meu lado… era ele.
Toby: então? Saíste de repente?
- Sim… sempre odiei aquele jogo parvo e idiota…
Toby: também nunca fui muito apreciador… – disse olhando para as estrelas.
Depois destas suas ultimas palavras, o silêncio governou até que ele decidiu perguntar: Vamos para dentro? Aqui está frio…
- Eu fico mais um pouco…
Toby: está bem… – ele olha para mim com um dos seus mais belos sorrisos, dá-me um pequeno encontrão e diz: anima-te, não posso ver-te triste… – disse com os seus olhos a brilharem com a luz das estrelas.
- Obrigada… – ele beija-me rapidamente no rosto e desaparece para dentro.
O frio desapareceu completamente quando ele me beijou, depois disso o calor voltou… parecia que estava doente… cheia de febre, não percebia o porquê.
Comecei a sentir os meus ossos a congelar, depois dele se ter ido embora começou tudo a ficar mais frio.
Eu entrei de novo em casa, aquele ar quente sufocante fazia com que eu me sentisse pior do que já sentia. A Patrícia vem ter comigo aos pulos e a dançar ao ritmo da música que se fazia ouvir em qualquer divisão. Ela diz: voltaste… ainda bem, olha os rapazes vão ficar cá a dormir… Eles cá em baixo e nós lá em cima…
- O Quê? Estás maluca? Não há espaço para tanta gente! Só temos dois quartos lá em cima… em que cabem no máximo 3 a 4 pessoas por quarto…
Patrícia: pois… sobram duas pessoas… elas já escolheram o sitio onde vão dormir… só faltamos nós. Podemos dormir cá em baixo ao pé deles… – disse não se incomodando muito com a ideia.
- Não… tu não acabaste de fazer isso – disse eu abanando a cabeça, tentando sacudir do meu pensamento o que ela tinha acabado de dizer.
Patrícia: acho que já vais tarde…
Naquele momento só me apetecia estrangulá-la ou então esfaqueá-la, como é que ela tinha sido capaz de fazer uma coisa daquelas?! Pela minha cabeça passavam várias formas de a matar…
A música alta já me estava a furar os tímpanos e eu disse já sem paciência para a minha irmã: importas-te de baixar o volume?
Patrícia: não… eu, vou já…
- Obrigada – disse apoiando-me na parede para controlar a minha fúria, ela desaparece e finalmente o volume baixa…

---

Eram já duas da manhã… eu estava a cair de sono, não aguentava nem mais um segundo de pé.
A Patrícia diz: Bem meninas lá para cima… chegou a hora de dormir…
Como é que eu iria conseguir dormir, sentindo sempre a presença dele por perto, o seu cheiro doce e o seu calor?

Oliver e Benji no Boa Tarde na SIC

E aqui está um dos vídeos onde é nomeada a nossa série favorita
Não consegui postar aqui o vídeo mas têm aqui o link para o ver:

http://sic.sapo.pt/online/video/programas/boa-tarde/2010/12/especial-desenhos-animados---2-parte23-12-2010-111120.htm

E agora o vídeo com as famosas vozes:
Também está aqui o link do vídeo para o poderem vizualizar:



quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Oliver e Benji no Boa Tarde na SIC

Não sei se assistiram ao Boa Tarde hoje na SIC, mas se não deveriam ter assistido, porque a nossa série favorita foi nomeada neste programa dedicado, hoje, especialmente aos desenhos animados da nossa infância.
Nele apareceram também as vozes mais apreciadas por todos nós, foram as vozes de Paula Seabra (Voz de Oliver Tsubasa) e também de Clara Nogueira (Voz de Benji Price).
Esta série estreou em Portugal pela primeira vez em 1993. Já foi há muito tempo que esta série começou a fazer sucesso entre os mais pequenos... e também nos jovens e graúdos!
Oliver e Benji 4ever!


Ainda estamos á procura dos vídeos para postar no blogue, para verem como foi esta nossa tarde passada com a SIC.

FanVideo - Julian Ross o Ás de Vidro

Esta é uma pequena homenagem que eu decidi fazer a um rapaz cheio de força de vontade, e de garras para lutar...
A sua doença de coração impede-o de jogar futebol, mas ele não vai desistir facilmente... ele vai continuar a lutar. Força Julian!


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

FanVideo - Tarô Misaki - Everytime We Touch



Este também fui eu que fiz... Eu amo o Tobi. Espero que gostem...

Capítulo 5 - Uma Noite de Revelações - fanfiction "A New Life"

Eu estava certa, ele estava lá, pois o Oliver estava à espera da Sanae para a acompanhar até casa. Muitos outros também continuavam lá… o Bruce, o Benji., etc.
Quando me deparei de novo com aquele olhar não consegui desviar o meu, porque é que ele fazia sempre isto? Não era justo… o olhar dele prendia sempre o meu, era impossível desviar o meu olhar, os olhos dele não me deixavam. Acenei-lhe a mão discretamente, sentia-me a ferver.
- Patty, és capaz de te despachar… temos de ir preparar tudo para a festa – disse baixinho para a minha irmã.
Patrícia: Tem calma maninha… Já vai.
Odiava quando ela me fazia isto, o que vale é que não demorou muito. De seguida fomos logo para casa para preparar a festa. Sacos-cama, aperitivos, música e jogos, estava tudo pronto. Só faltavam mesmo as convidadas.
Passado alguns minutos elas chegaram, a Sanae, a Numi, a Yukari, a Yoshiko, a Tomoyo, a Grace, a Tippy, a Kelly e a Mashida.
As caras delas estavam com uma expressão surpreendida, não percebia o porquê… Mas também já me tinha habituado àquela casa, costumava passar lá as férias de Verão, a única diferença é que já não tinha os meus pais comigo… e era Inverno, estávamos em Novembro, era sexta-feira, eu não sabia que no Japão fazia tanto frio no Inverno. A minha irmã estava próxima de atingir os 16 anos, ela fazia anos no próximo dia 7 (Segunda). No Próximo dia 4 de Dezembro era o jogo amigável… a nossa prenda de aniversário para a Patrícia seria a nossa vitória!
Sanae: mas… a vossa casa é enorme!
Numi: sim, a Sanae tem toda a razão.
Patrícia: ah pois… entrem, e sentem-se – disse a patrícia com um pouco de amargura na voz, eu sabia perfeitamente que lhe doía bastante recordar todos os momentos que tínhamos vivido ali naquela casa.
No chão amplo da sala de estar, eu e a patrícia resolvemos pôr algumas almofadas em forma de círculo para todas se sentarem. Começaram a sentar-se, cada uma na sua almofada. A minha irmã ficou de pé e eu também, fui ter com ela e perguntei: O que se passa Patty? Pareces tão abalada…
Patrícia: hum… não é nada, esquece… só me estava a lembrar de como era bom passar aqui as férias com os nossos pais…
- Eu também, anda cá – disse estendendo os braços para a abraçar, afinal de contas eu podia odiá-la de vez em quando mas ela era a minha maninha.
De repente uma música bastante alta ouve-se do outro lado.
- Não sabia que os vizinhos do lado eram tão barulhentos…
Sanae: o som vem da casa do Oliver…
Patrícia: deixem-se estar meninas eu resolvo isto…
A Patrícia sai de casa disparada, ela estava com umas calças justas, uma blusa azul fina e um casaco da “adidas” preto e branco. Ela faz o pequeno percurso de acesso à casa do Oliver, bate à porta, ninguém se dignava a abrir, ela bate de novo e quando ia a bater de novo alguém abre a porta, era o rapaz de olhos cinza, cabelos curtos e com um boné vermelho, era o Benji.
Benji: ah és tu…
Patrícia: sim sou, algum problema?
Benji: Não nenhum…
Patrícia: já baixavam o volume não? – perguntou com um tom sarcástico na voz.
O Benji não responde e não se mexe, fica completamente paralisado em frente à porta a olhar para a Patrícia. Ela já começava a ficar farta de estar tanto tempo lá fora ao frio, então decidiu empurrá-lo: com licença… - disse empurrando o Benji, de uma maneira um pouco brusca. A Patrícia vai até ao sítio onde estava a aparelhagem, baixa o volume e grita: IMPORTAM-SE DE BAIXAR O VOLUME?!
Oliver: ah… desculpa, não sabia que vivias aqui ao pé.
Patrícia: é moro mesmo ao lado, no número 12, hey por falar em minha casa… Querem vir? Estamos a fazer uma festa…
Oliver: hum… acho boa ideia – ele olha para o resto dos rapazes (Artur, Philip, Benji, Bruce, Mark, Julian, Patrick e Toby) – e vocês? O que acham?
Toby: eu acho boa ideia…
Todos concordavam.
Patrícia: hum… então se todos concordam vamos – disse dirigindo-se para a porta, todos a seguiam.
Eu oiço a porta mas a Tomoyo diz: eu vou… deixa-te estar.
Eu começo a ouvir várias vozes vindas da entrada, vozes que me pareciam familiares, pelo menos uma delas…
Tomoyo: Bruce!
Bruce: Tomoyo! – os dois abraçam-se.
Patrícia: bem eles amam-se mesmo… – proferiu olhando-os com desprezo nos olhos – esta é a minha casa pessoal… – disse apontando a mão para toda a casa – Entrem! – disse insistindo, pois ninguém se dignava a pôr o pé na alcatifa da entrada.
Benji: wow que casa… mas a minha é muito maior – disse o Benji com avareza.
Patrícia: olha que bom para ti… - os olhos deles estavam focados um no outro, até que a minha irmã sai do seu transe e diz: fecha a porta Benji…
Benji: ah… pois… sim a porta – disse fechando a porta um pouco atabalhoado, ele segue a Patrícia até à sala.
Todos tinham entrado excepto um… o Toby Misaki, eu ouvi um som oco vindo lá de fora, era ele que batia com a sua mão na janela dizendo: Hey! Deixaram-me cá fora! Alguém se importa de abrir a porta?!
- Deixem-se estar eu vou… - disse levantando-me para ir abrir a porta.
Pus a mão na maçaneta da porta e respirei fundo umas três vezes… a cada segundo o meu coração batia mais rápido. E eu sentia as minhas bochechas a inundarem-se de um vermelho carregado…
Abri a porta e disse: ah… entra… - disse com a voz trémula.
Toby: obrigado… - disse com um dos seus sorrisos encantadores – estava a ver que ficava lá fora… Mas fecharam-me a porta na cara – disse olhando para o Benji.
- É… o Benji anda feito um cachorrinho atrás da minha irmã… - disse eu num tom sarcástico.
Toby: ahahah, belo sentido de humor…
- se tu o dizes… - fiz uma pequena pausa e prossegui um pouco insegura – queres… beber alguma coisa?
Toby: eu… ah… sim – disse ele gaguejando.
- Vem comigo… – disse pegando na sua mão e levando-o em direcção à cozinha. A sua mão era quente; o seu toque suave e electrizante.
Não queria larga-lo… Não, eu não aguentava mais… Eu, eu queria beijá-lo, eu queria abraçá-lo eu… eu… tinha de me controlar, para minha própria segurança tinha de controlar os meus ímpetos.
Já estávamos na cozinha, na bancada estavam uma garrafa de Iced Tea, uma de Coca-Cola e outra de Limonada (Sprite). A cozinha era bastante espaçosa, toda revestida a azulejo, tinha um microondas, forno, fogão, tinha tudo… Não é que eu gostasse muito de cozinhar, na verdade a chefe da família era a minha irmã… mas eu não tinha horror à cozinha nem outra coisa do género, naquele momento, ali com o Toby até poderia dizer que era um local perfeito… só ele e eu.
- Queres beber o quê? Iced Tea, Coca-Cola ou limonada? – Perguntei cautelosamente, passado alguns segundos dissemos os dois ao mesmo tempo: limonada…
Começámos os dois a rir, os nossos risos juntos faziam uma melodia harmoniosa.
Toby: está calor aqui não está?
Tinha de negá-lo, não poderia dizer que me afectava tanto a sua presença, tanto ao ponto de eu estar prestes a explodir, sentia-me mesmo quente.
- Não… aqui não está calor – aproximo-me um pouco dele, e eu sabia que não me devia aproximar de mais, um passo em falso iria conduzir-me ao desastre; passo levemente a minha mão na testa dele – não tens febre…
Toby: Não era bem desse calor que eu estava a falar… – quando acaba a sua frase ele agarra na minha mão e põe-a junto ao seu peito, eu conseguia sentir com toda a precisão todos os seus batimentos cardíacos… o seu coração estava bastante agitado. Eu deliciava-me com aquele som apaziguante…
Toby: eu…
Eu não o deixei acabar a frase, retirei rapidamente a minha mão que estava poisada no seu peito e digo com as faces a escaldar: Toby, a limonada… – entrego-lhe o copo com a limonada fresca e uma palhinha.
Toby: ah… p-pois a-a limonada – disse gaguejando.
Dirigimo-nos os dois para a sala, estavam duas almofadas livres eu e o Toby sentamo-nos ao lado um do outro.
Toda a gente olhava para nós, eu mantinha o meu rosto virado para baixo e o meu cabelo tapava grande parte dele, as minhas faces toldavam-se num vermelho bastante carregado.
Patrícia: Vamos começar…
- Espera, começar o quê?
Patrícia: verdade ou consequência é claro…
Naquele momento só me apetecia matar a minha irmã, como é que ela foi capaz de me fazer uma coisa destas?! Como! Verdade ou consequência era o jogo mais temido por todos lá em Portugal.
As verdades poderiam ser tenebrosas e as consequências desastrosas…
Patrícia: Começa o Oliver… agora escolhe uma pessoa a quem queiras perguntar.
O Oliver põe os olhos no Benji e diz: eu escolho… “Price, Benji Price”.
Benji: eu?
Oliver: sim… verdade ou consequência?
Benji: verdade… – disse um pouco engasgado.
Oliver: hum… É verdade que, tu querias defender umas bolas rematadas pela Patrícia?
Benji: ah… eu… ah… sim… – disse gaguejando.
Agora era a vez do Benji escolher alguém, eu rezava para que não fosse eu… nem o Toby, infelizmente as minhas preces não foram ouvidas… ele escolheu o Toby.
Benji: Toby… Verdade ou Consequência?
Toby: sem medos… verdade – disse com a voz um pouco trémula.
Benji: é verdade que… o teu coração dispara quando estás ao pé da Rita?
Ele tinha um pouco de receio no olhar, ainda parecia um pouco confuso e com medo de que pudesse arruinar tudo com uma simples palavra, ele respirou fundo e disse: sim.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Capítulo 4 - Um Beijo Repleto de Emoções - fanfiction "A New Life"

Era agora a vez da Yoshiko rematar, o Philip decidiu gritar pelo seu amor: Força Yoshiko! Tu consegues! – Todos o olharam.
Bruce: Obrigadinho Romeu, agora a Julieta já reparou que estás aqui…
Philip: desculpa… Não me consegui conter…
Bruce: é já deu para reparar, agora elas já nos toparam.

Afinal aquela sensação de sentir os olhos dele presos em mim não era imaginação minha, ele estava mesmo lá, nas bancadas a assistir ao treino… senti as minhas maçãs do rosto corar, ele tinha-me visto a fazer os remates.
Sanae: parem o treino meninas, parece que temos espiões ali… Sigam-me! – Disse um pouco chateada com o comportamento dos rapazes.
Nós subimos as escadas que davam acesso às bancadas, estavam lá todos da equipa masculina, todos incluindo o belo rapaz de olhar doce e meigo.
A Sanae mete-se em frente do Oliver e diz: Então rapazes agora espiasse é?
O Benji que se encontrava sentado na outra ponta do banco disse: O quê? Espiar? Não, nós só estávamos a assistir à miséria de treinos…
Patrícia: O quê? – Ela chegasse bem perto dele, eu diria quase em cima dele e pergunta de novo: O que é que disseste Benji Price?
Benji: Isso que tu ouviste – disse olhando-a nos olhos, as suas respirações embatiam na cara um do outro.
Patrícia: vê lá se não voltas a repeti-lo… – ela faz-lhe uma carícia no rosto – vamos ver o que tu vales no jogo amigável – ela desaproximasse, o Benji ficou um pouco atordoado sem conseguir proferir nem uma só palavra.
Eu fiquei um pouco constrangida com a atitude da minha irmã e disse baixinho para ela: Patrícia olha lá a educação.
Patrícia: tipo… só lhe disse umas verdades – disse dando de ombros, como se não fosse nada.
O Oliver puxa a Sanae para perto e diz sorrindo: estou ansioso por jogar contigo… vai ser muito divertido.
Já era tarde, já tinha escurecido, nós até estávamos a treinar com os holofotes ligados…
Sanae: hum sim… bem nós vamos vestir-nos, Amo-te – e dá-lhe um leve beijo nos lábios, ela dá de costas e todas se dirigem para os balneários, eles dirigiam-se para a saída do campo.
Mas alguém não se mexeu, ficou paralisado… era o Toby. Ali era só eu e ele, mais ninguém a interferir.
Tinha logo de ser o rapaz de olhos castanhos atordoantes… acho que não me ia conseguir conter, só me apetecia tocar os seus lábios carnudos…
Acenando com a mão disse: olá… – disse eu tentado acordá-lo do seu transe, repeti: olá – não havia meio de o acordar, estalei os dedos em frente dos seus olhos. Ele “acorda” e diz: han? Ah desculpa…
- Não faz mal… Os outros já se foram embora…
Toby: ah pois…
- Tu és o Toby Misaki não és? – Perguntei fingindo de que não me lembrava dele.
Toby: sim… acho que sim – disse coçando a cabeça embaraçado.
- Muito gosto em conhecer-te, Toby Misaki – quando prenunciei o seu nome em voz alta a minha voz saiu um pouco tremula… se calhar tremula de mais.
Ergui-me um pouco para conseguir dar-lhe um beijo no rosto, quando os meus lábios tocaram a sua pele suave e macia, o meu coração explodiu… eu tinha a certeza de que ele tinha explodido, não sentia mais nada no peito, o meu coração batia tão rápido que eu deixei de o sentir… o seu cheiro doce… estava tão próxima dele naquele momento, um momento curto e rápido mas repleto de emoções.
Só me dava vontade de o abraçar…
Eu afastei-me para minha própria segurança, ele dirigiu-me um sorriso tão belo, que eu podia jurar que tinha visto um anjo. Senti as minhas maçãs do rosto a ferver… Sai dali rapidamente em direcção aos balneários.

Nas Bancadas:
Toby: ela, ela… beijou-me – Disse com a voz tremula e levando a sua mão à face que eu tinha beijado.
De repente lá de baixo ouve-se uma voz: Eh Toby! Desces ou tenho de te ir ai buscar?
Toby: Eu já vou Oliver!
Ele desce e vai ter junto dos seus colegas.
Oliver: Porque demoraste tanto?
Toby: ah por nada…
Oliver: hum… está bem, se tu o dizes… – o Oliver diz para toda a equipa: Pessoal não se esqueçam apareçam lá em casa, e tragam sacos de cama e pijamas ok?
Todos: certo!

Eu cheguei aos balneários, pronta para executar os meus movimentos rápidos de tirar, pôr, tirar toalha e champôs, pôr o equipamento no meu saco, mas afinal fui apanhada de surpresa. O que eu pensei que tivesse sido rápido se calhar foi longo de mais, elas já estavam prontas… com os cabelos molhados e os fatos de treino vestidos, era eu a única que faltava. A Patrícia perguntou-me: então? O que se passou lá em cima com o Toby para demorares tanto?
- Nada Patrícia… Agora deixa-me ir tomar um duche.
Patrícia: está bem já não digo mais nada, que raio de sentido de humor.
Eu dirigi-me para os chuveiros enquanto elas conversavam alegremente entre si.
Abri a torneira, ela começou a jorrar água quente, quando me tocava na pele nua fazia com que me sentisse aliviada, a água simplesmente acalmava-me. Quando acabei de tomar duche agarrei na toalha e metia à volta do meu corpo, a sensação de alívio tinha desaparecido, elas iam voltar a fazer perguntas…
Fui para o sítio do banco onde estava o meu saco e comecei a secar-me e a vestir-me rapidamente, sempre com os olhos virados para baixo, senti as minhas faces cada vez mais quentes. Eis se não quando oiço a minha irmã convidando todas as outras para dormirem lá em casa, porque íamos fazer uma festa do Pijama.
- Patrícia!
Patrícia: o que foi?
- Não temos espaço suficiente…
Patrícia: temos sim… – ela vira-se de novo para elas – fica combinando, não se esqueçam de aparecer…
Sanae: está bem… onde fica a vossa casa mesmo?
Eu e a Patrícia dissemos em uníssono: Rua das Árvores Nº12.
Sanae: mas… então moram ao pé do Oliver…
Patrícia: é parece que sim… mas não se esqueçam, apareçam.
Todas se foram embora excepto a Patrícia que ficou à minha espera, eu já estava quase pronta só me faltava pentear. Quando acabei, fiquei com a leve impressão de que iria encontrá-lo de novo lá fora, o meu coração começou a bater desalmado, mais rápido que as asas de um colibri.

FanVideo - Tsubasa

Este é mais um dos meus vídeos, espero que gostem!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Desafio Personagem do Mês - Dezembro

Ora bem, tivémos uma tarefa dificil em escolher a personagem do Mês mas... aqui está ela:
Bruce Ishizaki!

Enviem os vossos desenhos, textos ou imagens (feitas por vocês) para este e-mail: silvaana1996@gmail.com

FanVideo - Tarô Misaki

Este é o meu primeiro vídeo, fui eu que o fiz... espero que gostem.

Músicas:
- Poker face - Lady Gaga
- Leave Out All the Rest - Linkin Park
- Supermassive Black Hole - Muse
- I Caught Myself - Paramore

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Capítulo 3 - Treino da Equipa Feminina do Nankatsu - fanfiction "A New Life"

Estávamos todas no outro campo de futebol a treinar, já estavam connosco a Yoshiko, a Tippy, a Kelly, a Grace, a Mashida e a Tomoyo.
Yoshiko: bem como vai ser? Quais são as posições em campo?
Sanae: Bem… fazemos assim a Patrícia e a Rita podem ficar a avançadas, elas são boas atacantes, eu fico no meio campo com a Tippy e a Numi, a Kelly fica como guarda-redes e as restantes ficam como defesas.
- Hey ainda falta a capitã de equipa – disse eu.
Patrícia: Essa é fácil, é a Sanae.
Sanae: eu?
Patrícia: Claro!
- Sim… tens imenso jeito para isto! Todas concordam certo?
Todas: certo!

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Campo de treinos do Nankatsu FC (Masculino)
Oliver: rapazes! O treino acabou.
Bruce: pessoal tive uma ideia – disse com um ar misterioso – e se fossemos assistir ao treino delas?
Oliver: isso vai correr mal… - disse ele cautelosamente.
Benji: Oh vá lá não sejas desmancha-prazeres!
Oliver: hum… pronto está bem. Vamos lá então.

Campo de treinos do Nankatsu FC (Feminino)
Eu e a minha irmã já tinhamos vestido o equipamento do Nankatsu, era bastante elegante e confortável, as suas listas eram azuis e todo ele era branco, era um pouco largo o que nos permitia uma certa liberdade de movimentos, eu arriscava-me a dizer que nos assentava que nem uma luva, a todas.
O nosso cabelo encontrava-se preso com um elástico, para não interferir na nossa visibilidade.
Naquele momento estávamos a treinar os remates à baliza.

Os rapazes já tinham chegado, estavam nas bancadas, nós nem demos por nada, eles foram demasiado discretos e nós estávamos demasiado ocupadas e concentradas no nosso treino, pois o jogo amigável que tinhamos na próxima sexta ia ser bem duro.
Era a minha vez de rematar.
O ar que me passava pelo corpo naquele momento, fazia com que parecesse um momento decisivo, um momento em que não poderia falhar! Pontapeei a bola com toda a minha força, a bola descreveu um arco no ar, ia entrar na baliza quando umas mãos a seguram com alguma dificuldade, pois o remate foi bastante forte, a Kelly (que estava à baliza) quase que entrava na linha de golo, mas infelizmente não consegui marcar.
Ela olha para mim e diz: Belo remate Rita… estava a ver que não a conseguia apanhar – disse piscando o olho e sorrindo.
- Obrigada – disse eu sorrindo, mas o que não me saia da cabeça, era aquele olhar quente, doce e meigo que aquele rapaz de cabelos curtos e olhos castanhos cor de chocolate, o Toby, me tinha lançado naquela tarde e que me fez ficar com o meu olhar preso no dele.

Nas bancadas:
Toby: ela rematou mesmo bem, deveria ter sido golo… – disse com um tom de voz doce.
Mark: Eh! Toby fala por ti… A Kelly portou-se lindamente.
Oliver: é… e vocês os dois estão completamente apanhadinhos – disse o Oliver revirando os olhos.
Mark: diz isso ao senhor Toby Misaki. A Kelly é minha namorada.
Oliver: pois… – o Toby estava completamente hipnotizado, não tirava os olhos de mim, aqueles olhos… – hey Toby! Acorda! – Disse o Oliver dando-lhe um safanão.
O Toby acorda do seu transe e diz um pouco sobressaltado: Han? O que é que foi Oliver? Disseste alguma coisa?
Oliver: nada, esquece – disse aborrecido.
Benji: Olhem pessoal agora é a vez da Patrícia rematar – disse pondo os olhos no campo.
Bruce: ui, isso não é interesse a mais Benji?
Benji: interesse? Naquela míuda? Nunca… – disse com o maior desprezo que podia dar, pois ele sentia qualquer coisa a mexer com ele, só não sabia o quê…
A minha irmã fez um remate potentíssimo.

Patrícia:
É agora, vou marcar! Toma lá o meu remate colocado! Aquele convencido do Price vai ver o que é um remate a sério!
A bola entra directamente na baliza.
O Benji que assistia a tudo das bancadas diz atónito: mas que, mas que remate.
Agora era a vez da Sanae.
O Oliver olha com atenção para ela, a Sanae preparava-se para o remate, ela ergue a sua perna bem alto e remata, a bola ia com uma potência enorme, demasiado alta, mas ela começa a cair em queda acelerada! E entra na baliza!
- Mas que grande remate colocado voador (Flying Drive Shoot) Sanae! – Disse eu com um sorriso estampado no rosto.
Sanae: obrigada… como o reconheceste logo?
- Bem é que eu tenho andado a treinar os meus remates… arrisco-me a dizer que sou uma perita no assunto – disse sentido as minhas faces a corar.
Sanae: que bom! Uma especialista em remates na equipa…

Nas bancadas:
O Oliver ainda estava surpreendido com o remate que a Sanae acabara de fazer e diz: mas que grande remate! Eu não sabia que ela jogava tão bem.
Benji: é… parece que alguém ficou de queixo caído – disse o Benji rindo-se da cara do seu amigo.
Oliver: Não fales muito Price que tu também ficaste!
Julian: pessoal querem ser apanhados? Estão a falar muito alto… Olha agora é a Tippy – disse pondo os olhos na rapariga ruiva que estava prestes a rematar.

A Tippy fez um remate evasivo, que fez com que a Kelly fosse empurrada quase até à linha de golo, mas ela aguentou a pressão do esférico e fez uma defesa estupenda.

Nas bancadas:
Bruce: elas são mesmo boas… jogam lindamente.
Oliver: sim Bruce. Tens razão, elas são um adversário de respeito! Mas vamos conseguir derrotá-las no amigável! Dê por onde der!
Todos: certo!

Chegou de novo a minha vez de rematar, senti de novo aquela sensação de estar a ser observada pelos mesmos olhos daquela tarde, mas não me importei muito… rematei, a bola foi à trave, ela vinha de novo na minha direcção, vi naquele momento uma oportunidade de marcar. Saltei e fiz um pontapé de bicicleta que fez com que a bola entrasse direitinha no canto inferior esquerdo da baliza.

Nas bancadas:
Toby: wow que remate… ela é… – e não acabou a sua frase.
Benji: E que tal… linda?
Toby: Han? O quê?
Benji: Toby, não vale a pena esconderes… Ficaste logo de beicinho pela Rita, logo à primeira vista!
As faces dele começaram a escaldar e a ficar rosadas, ele estava a corar.
Bruce: Olha quem fala, “Price, Benji Price” – disse o Bruce repetindo o que Benji dissera quando se apresentou.
Benji: Bruce… cala-te.

Resultados da Sondagem

Bem a sondagem desta semana contou com bastantes votos (mais precisamente 67 votos)
Segundo os nossos estimados leitores a medalha de ouro vai para... Flying Drive Shoot (Remate Colocado Voador) com 46 votos. (68% dos votos)
A meldalha de prata vai para o Drive Shoot (Remate Colocado) com 9 votos. (13% dos votos)
A medalha de bronze vai para o Skywing Shoot com 7 votos. (10% dos votos)
E não menos importante, mas sem medalha nenhuma o famoso Pontapé de Bicicleta com 5 votos. (7% dos votos).

O melhor remate de Oliver Tsubasa (segundo os nossos leitores) é o Remate Colocado Voador.

Personagem do Mês - Novo desafio!

Pessoal! Ontém estive a pensar e... acho que era uma boa ideia ter-mos uma rubrica chamada "Personagem do Mês" que consiste em:
1º - Nós selecciona-mos uma certa personagem...
2º - Vocês aceitam o desafio (espero eu xD)
3º - Podem fazer desenhos alusivos a essa personagem, como podem criar novas imagens, escrever textos inspirados na personagem e tabém vídeos, ou até músicas. (durante todo o mês)
4º - Depois basta enviarem para este endereço de e-mail: silvaana1996@gmail.com
5º - Nós verificamos tudo, no fim escolhemos os vencedores e fazemos um post no blogue dos desenhos, textos, imagens ou músicas que vocês fizerem e que nos enviarem!
O que acham da ideia?

Capítulo 3 - Acordar Com o Canto - fanfiction "Tudo é Possível"

Benji passou toda a noite no hospital, queria resistir á tentação de adormecer, mas o corpo era mais forte que a mente e acobou por adormecer.
Joana sentia-se muito distante, como se estivesse muito longe de tudo e de todos, mas queria voltar e sentir-se bem, tinha uma enorme vontade de cantar, e tentava com toda a força mexer-se, mas não conseguia entender porque não se mexia, de repente começou a ouvir pássaros a cantar, pouco tempo depois começou a ver uma imagem búsia que se ia esclarecendo cada vez mais e por fim conseguia mexer a cabeça e só conseguia pensar como teria ido ali parar, não tirava o Benji da cabeça e começou a cantar muito suavemente.

(se quiserem ter uma ideia) http://www.youtube.com/watch?v=T_OwK2S2o8k

Isso chamou logo a atenção de Benji e entendeu imediatamente que era a joana a cantar, mas ficou bastante impressionado com a afinação e a voz doce.
«Tanto tempo junto com ela e nunca a tinha ouvido cantar!»
Ele foi a correr para o quarto onde Joana se encontrava, e ela parou logo de cantar e abraçou-o logo e com tanta emoção que começou a chorar.
Joana : Não sei porquê, mas estava cheia de saudades tuas...!
Benji : Fico contente por te ver bem! Mas promete-me que nunca mais me pregas um susto destes!
Joana : Prometo!
Benji : Nunca te tinha ouvido cantar!
Joana : Só costumo cantar quando estou sozinha.
Benji : Mas eu adorei ouvir-te!
Joana : Sempre quis ter uma vida de cantora, só que não tenho muita confiança.
Benji : Mas podes ter a certeza que consegues e eu vou estar sempre ao teu lado!
Joana : Obrigada, meu amor!
Benji deu-lhe um beijo doce e prolongado, pois já não tinha mais palavras para ela...
Entretanto o médico entra e eles começam a disfarçar.
Médico : Pelos vistos, parece que já estás bem acordada...!
Joana (com um tom de gozo) : Sim, doutor!
Médico : Só te dou alta se prometeres que não fazes esforços e não sais de casa nos próximos 3 dias!
Joana (com a voz aborrecida) : Sim, prometo!
Médico : Nesse caso podes ir, mas tens de fazer o que eu te disse!
Benji : Não se preocupe, doutor, que eu trato bem dela!
Médico : Vai com cuidado, eu vou chamar uma enfermeira para te ajudar.
Joana : Está bem!
_ _ _

(Em casa)
Benji levou a Joana para o quarto e foi fazer-lhe o pequeno-almoço. A dona Tsubasa tinha saído a meio de uma viagem só para ver a filha, e só iria ficar 2h, depois teria que apanhar o navio.
_ _ _

Mãe: Como estás, minha filha? Eu bem te tinha dito para teres sempre cuidado com o que fazes!
Joana : Não te preocupes, eu estou bem...
Mãe : Espero bem que sim!
Joana : tenho quem cuide de mim... Onde está o pai?
Mãe : Ele não pode vir...
Joana : Que pena...
Mãe : Agora tenho que ir comer, queres que te traga comida?
Joana : Não, obrigada. Não queres tu comer aqui?
Mãe : Não, chau, já tenho que ir.
Joana : Chau, beijinhos!
Mãe : Cuida-te!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

FanArt

Aqui vai um miminho para as fãs de Benjamin Price, este é mais um dos meu desenhos, espero que gostem!



Cliquem na imagem para verem maior.